Rihanna é diva na capa da Vogue americana de abril

Nessa sessão de capas de revista, a bola da vez é Rihanna, que estampa a Vogue americana de abril. Usando vários cabelos durante todo o photoshoot não sei dizer mais qual é o estado real do cabelo dela. Escolha um para chamar de seu e viva acreditando nisso.

Fator interessante é que Rihanna é uma das poucas personalidades negras que conseguiram isso em suas carreiras.

Em uma ótima entrevista, Rihanna comenta sobre várias assuntos como moda, carreira, imagem, a relação com a família e talz. Veja alguns trechos:

Cinema:

Quando você a conhece, aquela imagem da diva sensual dos vídeos não existe. É um personagem, na minha opinião. Não estou dizendo que ela não é uma garota sensual, mas ela é muito mais do que isso. Ela está claramente interpretando um papel.

[Peter Berg, diretor de Battleship]

Moda:

Pra mim tudo gira em torno de correr um risco. Quando seleciono meus visuais, eu me aventuro. Tenho que tornar tudo do meu próprio jeito, essa é a graça da moda.

A polêmica S&M:

A música pode ser interpretada bem literalmente, mas é na verdade uma canção bem metafórica. É sobre a relação de amor e ódio com a mídia, e como às vezes a dor é prazerosa. Eu me alimento disso, e era essa a mensagem pessoal que eu queria passar. Eu queria que o vídeo dissesse isso e ainda assim continuasse com o tema do sadomasoquismo. E as pessoas enlouqueceram! Eles apenas viram sexo! E quando eu assisto o vídeo, eu não vejo isso, de forma alguma. Eu queria que fosse atrevido, e não havia outra maneira de ser.

O Universo POP:

A cultura pop está mudando, está se tornando mais rock’n’roll, e os ícones pop atuais são bem libertos, não estão nem aí, e as pessoas tem que engolir isso. As pessoas ainda pensam que estrelas do pop significam modelos a serem seguidos, mas é praticamente impossível ser assim. Eu batalhei contra isso e cheguei a conclusão que só consigo viver a minha vida para mim mesma. Eu com certeza quero ajudar e ensinar jovens garotas sempre que posso, mas também existe o personagem que eu tenho que interpretar em meus vídeos para contar histórias. Isso é arte, e muita das partes que eu interpreto não são necessariamente o que eu sigo na minha vida pessoal, mas é difícil diferenciar isso.

A entrevista completa você pode ler aqui e olha, recomendo! Super legal!