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HQ ‘O Outro Lado da Bola’ retrata o universo da homofobia no futebol brasileiro

Desde que adotamos o Unicorns Brazil como nosso time gay de futebol do coração, a homofobia no esporte brasileiro tem sido um tema constante das nossas discussões. E a HQ O Outro Lado da Bola chega em um momento deveras oportuno para falar sobre isso: a Copa do Mundo 2018.

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O livro, de Álvaro Campos e Alê Braga com ilustrações de Jean Diaz, mexe em um vespeiro. Não há em todo o Brasil – pelo menos não nos times da elite da primeira e segunda divisão – e nem mundo afora um jogador de futebol que seja assumidamente homossexual. Mas na história – que chegou às livrarias em maio pela editora Record – esse boleiro existe, se chama Cris e passa por todas as agruras de ser gay em um esporte completamente machista e conservador.

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Preconceito de torcedores, companheiros, patrocinadores e dirigentes. É com isso que tem que lidar e contra o que tem lutar o famoso jogador da seleção que decide se assumir gay diante de câmeras de TV após o assassinado de um ex-namorado. Sua vida e, claro, sua carreira no futebol viram de cabeça para baixo.

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Em cada um das 216 páginas de O Outro Lado da Bola o leitor vai se deparar com uma ficção que exibe absolutamente um retrato fiel da realidade. Não é difícil encontrar exemplo de ações e atitudes homofóbicas em estádios e torneios de futebol por aí. A própria Copa do Mundo na Rússia já teve seus exemplos. Mas, a esperança de que ainda é possível mudar não pode morrer, certo?

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