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FQ Entrevista | “Na vida é tudo ao mesmo tempo e é agora”, comemora Chay Suede

Se a gente já curtia Chay Suede, depois de conversar com ele, ficamos ainda mais fãs. O rapaz é tão fofo que dá vontade de apertar. A cara de bom moço, o jeito de falar e seu estilo marcante deixam a gente encantado, mas a maturidade com que fala dos projetos e da vida com apenas 21 aninhos faz de Chay um menino daqueles “para casar”.

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Talentoso, inquieto e bastante interessado, o cantor praticamente acabou de lançar pela Universal Music seu primeiro álbum, Chay Suede, do qual fez questão de cuidar e acompanhar de perto todos os detalhes. Dono de todas as composições, dizem que tem até uma que ele fez para a namorada, Manu Gavassi, mas o moço muda de assunto quando a amada vira tema.

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Tirando isso, durante o papo com o FQ, Chay falou sobre tudo. O assédio das fãs – e dos fãs! -, a carreira como músico, como ator, como apresentador, um pouco sobre a relação com o pai e sua vocação também para o empreendedorismo. Vem com a gente, conhecer um pouco mais sobre o moço. Ah, e se liga que lá no final da entrevista tem uma promoção especial para quem quer ganhar um CD, ok?

FQ – Tem pouco mais de um mês que você lançou o seu primeiro CD solo, que leva inclusive seu nome. Como foi a preparação desse álbum que tem seu dedo em tudo?

Chay Suede – Eu participei bastante da produção desse CD, a gente teve um tempo muito curto para fazer, foi uma correria muito grande, na época eu estava fazendo o meu programa na MTV freneticamente, estava entrando em um filme e ainda tinha o disco. A gente acabou a fazendo o disco muito rápido, mas eu queria ter tido mais tempo para ele. Ainda assim eu consegui participar dos processos todos, todas as composições são minhas, duas delas têm também parceria com meu pai, os arranjos são meus também parceria e eu toquei vários instrumentos, violão, gaita, guitarra… e foi bem intenso..

Foi uma junção de fatores que levaram a isso tudo, sabe? Desde o produtor sendo um cara muito aberto a conversa, a gente estar fazendo entre amigos, a banda toda era muito conhecida minha e acho que isso foi levando a um clima propenso para que eu pudesse levar várias coisas ao mesmo tempo.

FQ – Quais são suas influências musicais? O seu álbum tem uma mistura de gêneros, qual dessas influências você acha que está mais presente ali?

Chay Suede – Do meio do ano para cá, eu estou com uma tendência muito forte a compor músicas mais levadas para o folk, rock rural, uma mistura e acho que isso tem influencia bastante minha composição. Eu continuo ouvindo as músicas de antes, eu continuo escutando os Beatles que me influenciam muito nas melodias, principalmente nos arranjos, continuo ouvindo muita gente da música brasileira e talvez até seja isso que me impulsiona a misturar as coisas, né? Eu ouço America, que é folk inglês imitando o americano, eu acho isso super legal…

FQ – Você queria que a Manu fizesse uma participação no disco, mas parece que não deu tempo. No entanto, rola uma história que uma das músicas do álbum você fez pra ela. Qual foi?

Chay Suede – Ah, eu não gosto de falar disso (risos). Eu não costumo falar sobre para quem eu fiz as músicas porque eu acho que perde todo o encanto da história, né? Mas, de qualquer forma, a gente tem uma parceria divina, eu e a Manu nos damos muito bem. Eu adoro o jeito como ela escreve, ela se identifica com a forma como eu escrevo e componho também, então essa é uma parceria que vai durar independente de namoro e qualquer coisa porque eu gosto dela como artista.

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FQ – O que você está preparando para a divulgação do CD? Vai ter show?

Chay Suede – Já estou ensaiando para os shows, mas por enquanto, eu estou numa correria maluca, estou fazendo um seriado na Record e tenho um projeto para a internet que está prestes a sair também com o pessoal da antiga MTV, então está tudo acontecendo ao mesmo tempo. Mas já estou começando com a passos de formiga ensaiar os shows e acho que até o final do ano a gente começa com a turnê pelo Brasil.

FQ – A série que você diz é Os Milagres de Jesus?

Chay Suede – Isso, mas o que eu posso falar é que vai ser um trabalho completamente diferente de tudo o que eu já fiz e até do que eu imaginei fazer. É uma personagem que viveu há mais de 2 mil anos então tem muita coisa envolvida. Vai ser uma produção bem legal, eles chama de telefilme, que é um filme feito especialmente para a televisão, e serão, se não me engano, 15 ou 16 episódios no total e eu vou estar em um desses episódios sobre os milagres de Cristo. Jesus vai fazendo as caravanas, curando pessoas e um dos milagres é com o meu personagem. Inclusive, agora mesmo antes de falar com vocês, eu estava no primeiro dia de preparação aqui para ir entrando no clima, pegando a ideia da coisa.

FQ – E como é a sua relação com a Record? De lá você já esteve no Ídolos, esteve em Rebelde, e agora tem mais esse trabalho que é diferente de tudo o que você já fez…

Chay Suede – Meu, ainda tem mais coisas pela frente que ainda estou estudando. Agora essas novidades são mais com a Record de São Paulo e não têm tanto a ver com novela, mas a gente já tem alguns projetos juntos. Eu sempre me dei muito bem com o pessoal da Record e com as lideranças e os diretores e minhas ideias sempre foram muito bem aceitas, sempre fiquei muito feliz e satisfeito.

FQ – E esses outros projetos que você diz, neles inclui apresentação? Você já disse que curtiu muito o tempo em que fazia o Hora do Chay na MTV…

Chay Suede – Curti demais fazer! Tem muita coisa a ver com apresentação sim. Por enquanto ainda é um segredo, tá? Mas a gente está começando a montar essa ideia e torná-la física, mas tem muito a ver com a apresentação de um programa sim.

FQ – Recentemente você inaugurou um bar em Vitória (ES), o Quais Quais. Com cinema, música e tantas coisas, como ainda dá tempo de ser empresário? Você tem novos “empreendimentos” a vista já?

Chay Suede – Então, eu abri esse restaurante com meu pai. Na verdade, eu e meu pai sempre quisemos trabalhar juntos, surgiu a oportunidade deste restaurantes e a gente aproveitou e abriu, mas agora nem estamos mais com esse bar e estamos partindo para uma outra ideia. Eu sempre me dei muito bem com meu pai, a gente pensa muito parecido e o nosso jeito de fazer também é bastante similar. Então, a vontade de trabalhar com meu pai continua. Se for num novo restaurantes, ok, se for em outra coisa também, ok. Temos vários possibilidades, né?

FQ – E por falar no seu pai, ele também te ajuda a compor, certo?

Chay Suede – Foi ele quem me ensinou a ter coragem de compor, porque é necessário um pouco de coragem para você criar algo e mostrar para os outros sem saber o que pode rolar, sem saber o que as pessoas vão achar. Então foi ele quem me ensinou a ter essa cara de pau, essa coragem de acreditar nas coisas que eu fazia.

FQ – Ídolos, Rebelde, Hora do Chay, tudo isso contribuindo pra te deixar mais famoso e conhecido. Como você lida com a fama? E o assédio dos fãs?

Chay Suede – Eu lido de forma branda, de boa, da forma mais pacata possível, entendeu? Eu tento não me expor com tanta frequência ou sem necessidade. É claro que o público quer participar de alguma forma das minhas atividades e eu gosto que participe, mas eu tento que isso seja da forma mais saudável possível, não quero que isso se torne um incômodo ou que eu tenha que me estressar em algum momento com isso. Mas é tudo muito leve, funciona muito bem.

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FQ – Além das meninas que morrem por você, quando rola assédio dos meninos, como é que você lida? É frequente ser cantado pelos rapazes?

Chay Suede – Tem, tem assédio dos meninos e das meninas. Mas mais das meninas em termos de quantidade, não em intensidade, porque às vezes nisso os meninos até superam (risos), mas tem assédio sim. É um público jovem e eles são bastante intensos. E eles vêm me surpreendendo porque eu achei que eles fossem efêmeros no que eles se propuseram a gostar mas eles estão me acompanhando com muita fidelidade.

FQ – Com a pouca idade que você tem, com as oportunidades que você teve, chegando onde você chegou, como é que você definiria esse seu momento atual?

Chay Suede – Eu definiria com uma frase que um amigo meu sempre fala: “Tudo ao mesmo tempo. Agora”. Essa é a real. Desde que comecei a trabalhar é assim que vem acontecendo, é tudo ao mesmo tempo e é agora. Eu tenho me dado bem com essa correria e essa explosão de ideias que surge a cada dia, ainda não tive nenhum estresse com isso. Eu quero mais coisas, quero aprender mais. Eu acho que sei pouco de tudo, queria saber bastante de tudo. Tudo é tempo, né? Então, no tempo certo eu vou saber, não tenho essa ansiedade, essa pressa…

FQ – E como é que você consegue tempo para aprender com tanta coisa acontecendo, com CD, com filme, com projeto?

Chay Suede – Na verdade, eu aprendo fazendo. Eu vou bem na prática mesmo, não tem um estudo profundo, eu vou aprendendo enquanto eu faço. É assim que costuma acontecer e é o que vem dando certo. Tá dando certo! Com esse lance de “tudo ao mesmo tempo e agora” não tem muito essa coisa de preparação, não tem “pré-fazer”, eu já vou fazendo, aprendendo, ralando, aprendendo e é assim que vem funcionando.

FQ – E isso não te causa uma certa ansiedade que pode atrapalhar?

Chay Suede – Ansiedade pode atrapalhar, já me atrapalhou muito quando eu era mais jovem. Atualmente eu não tenho ficado ansioso não, tenho ficado inquieto, querendo produzir. Tenho muita vontade de fazer muitas coisas, mas a ansiedade não tem mais me prejudicado. Essa inquietude vem me trazendo e vai levando e me fazendo de mim uma pessoa feliz. (risos)

Bom, e quem leu até aqui, além de certamente também estar mega fã do Chay, merece a chance de ganhar um álbum do cantor. O single Papel é super gostosinho, mas Brega, O Canto da Sereia e todas as outras sete canções merecem ser curtidas e por isso, em parceria com a Universal Music, vamos sortear três CDs Chay Suede para os leitores do FQ. Quer concorrer? É simples. Basta clicar aqui, curtir a nossa fan page no Facebook e depois validar sua participação em “Quero Participar”. O sorteio será na próxima quarta-feira, dia 6 de novembro. Cruze os dedos e boa sorte!

E ficam aqui também os nossos agradecimentos ao Jun Júnior e ao Rodrigo Soares. Thanks, guys!