Foto: Reprodução/YouTube

“Quando entendi que era feia por causa da pele e do cabelo foi um choque”, diz IZA

Quem conhece a IZA sabe muito bem o quanto essa cantora maravilhosa luta pela causa negra, contra o racismo e pelo empoderamento feminino. E foi num bate-papo super construtivo e sem amarras que teve com Fabiana Saba e Nathalia Novaes no programa Todas Juntas que ela falou verdades sobre todos esses temas.

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Uma das principais bandeiras da cantora de Te Pegar é o empoderamento da mulher negra. É fazer com que essas mulheres não se sintam e nem se enxerguem diminuídas pela sociedade. Pelos relatos que faz, IZA tem conseguido avançar nessa luta. A menina de Olaria, bairro carioca, já sofreu bastante com preconceito e, melhor do que ninguém, sabe da importância de suas falas.

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“Quando eu era criança, eu perguntei para minha mãe por que as pessoas me olhavam tanto. Ela me disse que era porque eu era uma menina linda. Cresci achando que era maravilhosa”, conta ela às apresentadoras. “Depois, aos 12 anos, quando entendi que eu era considerada feia por causa da cor da minha pele do meu cabelo foi um choque”, revela IZA sobre quando passou a entender de fato que sofria com o racismo.

IZA também fala sobre o machismo e o preconceito na indústria musical e comemora o retorno que sua fama tem gerado. “Quando uma menina vem e me diz ‘eu tô assumindo meu cabelo crespo por sua causa’, isso é incrível”, diz ela. “As meninas dizem ‘meu cabelo é maravilhoso porque ele é igual ao seu, e se você acha o seu cabelo lindo, eu também acho o meu’”, festeja. Vale a pena conferir a conversa, vem:

Todas Juntas

O programa, que estreou no YouTube em 8 de março e não foi uma simples coincidência com o Dia Internacional da Mulher. Todas Juntas reúne as apresentadoras Fabiana Saba, Pathy Dejesus, Nathalia Novaes e Luma Grothe para falar sobre histórias de mulheres empoderadas. Encabeçado pela OH Produções, a ideia do projeto é usar a união feminina para ajudar a quebrar padrões, estereótipos ou rótulos que limitam a mulher. O objetivo é gerar mais amor próprio, empoderamento e menos julgamentos, porque o bonito e natural é celebrar a nossa diversidade de corpos. Esse é um espaço de troca e união, construído por mulheres e para mulheres. Bora curtir o canal e acompanhar?