Necrópsia afirma que Paul Walker morreu por “lesões traumáticas e térmicas”

O TMZ acaba de publicar o resultado da necrópsia de Paul Walker e, se você não tem um estômago muito forte ou não está numa vibe muito legal, melhor não ler tudo o que o texto diz, ok?

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Segundo o site, o relatório dos exames feitos no corpo do ator de Velozes e Furiosos informa que nenhum dos orgãos tinha condições de serem doados devido às queimaduras e partes carbonizadas após o incêndio que segui o acidente.

A conclusão do exame foi de que Walker morreu por "efeitos combinados de lesões traumáticas e térmicas". O texto ainda diz que ele teve múltiplas fraturas por todo o corpo: queixo, clavícula, braço esquerdo, costelas e várias quebraduras pélvicas.

Na hora do acidente, que aconteceu em 30 de novembro, o corpo do ator foi encontrado em uma posição chamada pelos peritos de "pugilística", como se ele estivesse pronto par ase defender do impacto da batida.

Tecidos de Paul também foram preservados, de acordo com o que afirma o TMZ, para o caso de futuras ações judiciais. O relatório também indica que seu sangue continha 14% de monoxido de carbono (o nível normal e não mortal é de 2%), o que também revela que ele inalou fumaça durante o incêndio do veículo e o que também evidencia que não houve morte instantânea. Mas fontes da investigação contaram ao site que eles acreditam que Paul tenha morrido pouquíssimo tempo após a colisão.

Nada de álcool ou drogas foi encontrado nos exames toxicológicos em nenhum dos corpos analisados. Paul Walker estava acompanhado de Roger Rodas, quem dirigia o carro e também morreu no desastre.

Na época do acidente no final do ano passado, Paul Walker estava gravando o sétimo filme da franquia Velozes e Furiosos e ainda não se sabe como ficará o longa após sua morte. Mas vale deixar claro que o acidente não tem relação com as gravações. Walker participava de um evento ligado a sua ONG quando morreu.