por @andrevendrami em 17.05.13 às 18h40
Hoje, 17 de maio, Dia Internacional Contra a Homofobia, a revista Quem publica em seu site uma entrevista com a ex-apresentadora de sucesso Mara Maravilha.
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Tudo vai bem, ela fala sobre a perda da mãe, a perda de dez quilos, a perda do marido, tudo superado, segundo a agora cantora gospel. Porém, sem ser questionada sobre absolutamente nada em relação a homossexualidade e afins, Mara resolveu pedir um aparte e falar.
A vice-campeã de audiência infantil dos anos 90 e ex-viciada em drogas e moderadores de apetite, agora evangélica convertida, diz sentir preconceito quando diz que é heterossexual.
Abaixo transcrevemos dois trechos da entrevista com a ex-funcionária de Silvio Santos. Quem quiser ler todo o conteúdo, pode clicar aqui. De resto, tirem suas próprias conclusões:
QUEM: Quando ainda era casada, você disse em uma entrevista que a mulher tem que ser submissa ao homem, ainda pensa assim?
Mara Maravilha: Eu acredito no que a Bíblia fala. Tudo que ela diz, eu concordo. E se eu pudesse, eu viveria exatamente como a Bíblia dita. Confesso que nem sempre consigo. Mas continuo achando sim, que a mulher tem que ser submissa ao homem. Mas submissão não é escravidão. Submissão não é fardo, é escolha. A mulher nasceu para o homem, e o homem nasceu para mulher. Você veja: o tema do momento agora é a questão do homossexual, e se você me permite, eu queria falar: eu nasci para ser heterossexual. Tenho orgulho de ser hétero. Não é fácil conviver com outra pessoa, se fosse eu não estaria aí tentando acertar. Mas eu continuo escolhendo encontrar um parceiro, não uma parceira.
QUEM: Tem preconceito com quem tem essa orientação?
Mara Maravilha: Não. Deus não faz acepção de pessoas, então eu também não faço. Respeito a todos, mas tenho muito orgulho de ser hétero. Eu respeito, não chego a ter que tolerar, é a escolha de cada um. Mas a impressão que eu tenho é que ter essa orientação está virando um preconceito ao contrário. Eu sinto preconceito quando digo que sou hétero. Parece que por isso você não respeita os homossexuais, e não é isso.